Série Um Destino, Três Países – Dia 2: Cataratas do lado argentino, pesquisa de preço do Duty Free Iguazú e restaurante Pizza Color

Oi meninas!! Voltando ao relato dos três países…

No segundo dia pegamos o ônibus, que sai a cada 20 minutos do terminal (a partir das 7h20), para o Parque Nacional Iguazú. O preço é o mesmo que para o lado brasileiro: AR 30 ida e volta por pessoa. No terminal, antes de subir no ônibus, tinha um rapaz entregando um folheto que dava 10% de desconto no restaurante Fortin – e já vimos que por ter mais concorrência, os restaurantes do lado argentino são menos caros.

Chegando lá nós pegamos o trenzinho super charmoso, que leva às estações de onde saem as trilhas que dão às cataratas. Se do lado brasileiro a trilha nada mais é do que uma calçada tranquila que vai beirando o rio, do lado argentino podemos dizer que a coisa exige um pouco mais do corpo. Porém, nada que faça alguém considerar pular esse passeio!

Descemos na última estação, a da Garganta do Diabo, para começar por lá – já que é a que molha mais e assim teríamos o resto do dia para nos secar no solzinho gostoso que fazia. Essa é a trilha mais fácil – uma plataforma plana de metal que passa por cima do rio. De trechos em trechos há mirantes onde podemos observar animais em seu habitat natural, como o Jacare do Papo Amarelo, tartaruga de rio e o Surubi.

Surubí

Surubí

Tartaruga de Rio

Tartaruga de Rio

Jacaré do Papo Amarelo

E aviso aos viajantes: lá molha ainda mais que do lado brasileiro! Isso porque o mirante fica bem em cima das quedas, onde forma a bruma de toda a água caindo. É maravilhoso!!! Mas também exige capa e calçado pronto para molhar.

A garganta

A garganta

Tentativa de foto no meio da água

Tentativa de foto no meio da água

Voltamos pelo mesmo caminho de ida (essa trilha é linear, não circular) e pegamos o trenzinho para a Estação Cataratas, de onde saem as outras duas trilhas, superior e inferior. Antes de seguir pelas trilhas, pausa para um lanchinho 🙂 E aproveite para abastecer garrafinhas de água no CEU, um centro de controle que fica logo antes das trilhas. No caminho não tem bebedouro e nem lojinhas.

Começamos pela trilha inferior, mais longa. Ela passa por várias quedas, ficando no nível do rio. Maravilhosa, minha favorita! Mas tem várias escadas e exige esforço. Rende fotos incríveis.

Depois de andar, andar e andar, fizemos o circuito superior – é mais curtinho e as paisagens são menos exuberantes, mas nem por isso deixa de valer a pena.

Eu diria que o circuito inferior mostra a exuberância, o da Garganta mostra a força e o superior mostra a paz dessa região. Completo, não?

Saindo do parque fiz uma paradinha para tomar um café no Havana, tradicional “Starbucks Argentina” que tem uma filial aí. Já adianto que o alfajor deles não é dos melhores e que o preço dos produtos regula com o preço que eles vendem aqui no Brasil, vale mais mesmo pela visita.

Havana Puerto Iguazú - para saber os preços em Reais, divida por 3

Havana Puerto Iguazú – para saber os preços em Reais, divida por 3

E em frente à Havana está a feirinha dos índios Guaranies – o artesanato deles é uma graça.

Pegamos o ônibus de volta para a cidade e descemos na estrada para ir até o Duty Free Shop. Eu pensava que ia enlouquecer lá, mas foi uma decepção. Não que não valha o tempo – o lugar é lindo, é um shopping center com lojas para cada tipo de produto, degustações, atendentes super amáveis… mas os preços são de assustar! O shampoo L’Occitane Aromachology custava U$ 19, sendo que no site da L’Occitane e na loja dos shoppings daqui eu encontro por R$ 45. Ou seja, não vale o espaço na mala. Mas o legal é que tem produtos da Pupa, Gosh (delineadores coloridos que não saem nem com reza braba a U$ 12, delineador Gosh Velvet metálico a U$ 11) e Smashbox. Também tem bastante coisa da L’Oreal ( batom L’Oreal Color Rich a U$ 11, duo L’Oreal com 2 rímeis Telecopic e um lápis preto por U$ 27). O ponto forte que eu achei foram os doces – tem bem mais variedade que no free shop do Brasil. Mas prepare o bolso…nada é barato. Fique atenta às promoções “Pague 2, leve 3” que estão no catálogo que é dado na entrada. E eu não tirei foto porque as bolsas, celulares e óculos escuros ficam em uma bolsa lacrada até o fim da visita 😦

Fechamos a noite com um jantar super gostoso regado a muito vinho no Pizza Color. Esse é o restaurante mais caro em nossa opinião, mas sem dúvida a conta ficou infinitamente mais barata que a de um jantar semelhante no Brasil. Na verdade, nunca fomos em um restaurante assim no Brasil hahaha Eu fiquei no Pacu à Provençal e o Rafa na carne, como todos os dias.

Pacu à Provençal

Pacu à Provençal

Filé de Brotossauro do Rafa

Filé de Brotossauro do Rafa

Vinhos...

Vinhos…

E voltamos para o hotel para nos preparar para o dia seguinte… Ciudad del Este!!! (Ou CDE, para os experientes). Beijocas, até a próxima!!

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