México muito além dos nachos e tacos: Coyoacán

Hola garotas!!
Hoje venho contar do meu ultimo dia inteiro de viagem – a quinta feira. Na sexta eu acordei, trabalhei do hotel mesmo, e já fui para o aeroporto – ao invés de almoçar eu filei boia na sala vip, como contei aqui. Então não tenho nada para contar. E aí a quinta acaba sendo meu ultimo dia de viagem!

Essa quinta foi beeem corrida, então ao invés de almoçarmos, eu comi no carro uma salada imensa com peito de peru, queijo panela e abacate. Pois é, abacate vai em tudo hahaha mas foi uma delícia. E, acabando a última reunião, fomos levadas à linda Coyoacán.

Lembra que eu comentei que a Cidade do México é, na verdade, um aglomerado de cidades que não têm divisão aparente? Pois é – Coyoacán é uma dessas cidadezinhas. A mais cool, para dizer a verdade. É onde morou a Frida Kahlo até se casar e depois que se separou.

Casa da Frida Kahlo, que hoje é um museu

Casa da Frida Kahlo, que hoje é um museu

Por isso, tudo na cidade gira em torno da famosa e sensacional artista – de lembrancinhas a bolsas:

Uma gracinha! E o legal é que os habitantes de lá não simplesmente lucram em cima da imagem da Frida: eles sabem muito sobre sua vida e suas obras. E estão sempre dispostos a contar tudo para os turistas.

A cidade é para onde vão os jovens de DF, como eles chamam a Cidade do México, às quintas, sextas e sábados à noite. Então lá é cheio de barzinhos, ‘churrerias’, cafeterias (com filas imensas só para comprar um café), sorveterias e um mercado de artesanato lindo. Lá também tem a tradicional ‘Nieve de Coyoacán’, que é um sorvete de creme feito com pedaços de fruta. Bommmm

E dêem uma olhada nos sabores – é muita coisa!!! Gente, como se come nesse país! hahaha Olhem só a churreria (Me senti a Chiquinha!! hahaha)

Nessa churreria eu aprendi a diferença entre ‘cajeta’ e ‘dulce de leche’: a cajeta é um doce feito com leite de cabra, mais molinho que o dulce de leche – esse ultimo é consistente e usado como se fosse uma manteiga.

E na frente do Mercado de Artesanato fica a pracinha central com a igreja, parece muito cidadezinhas do interior aqui do Brasil. Como eu tinha esquecido de carregar a máquina, tive que tirar as fotos com o celular – que não tira foto legal à noite 😦 Mas deu para tirar uma foto meia boca de um grupo de ‘supostos aztecas’, como disse o Raul, preparando um show de dança indígena:

Não é fofo? Eu adorei. E recomendo o passeio 🙂

beijocas lindas, até amanhã!!!

 

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